quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Dando um desconto

Todo mundo tem direito a um dia ruim de vez em quando. Aquele dia em que você acorda atrasado e já dá com a canela na quina da cama. Vai se trocar e aquela roupa que você precisa não está passada. Vai tomar café e descobre que acabou o açúcar. Vai pegar o transporte público e a fila está três vezes mais longa que o normal (ou liga o carro na garagem e descobre que a gasolina está na reserva).

Chega atrasado no trabalho e é cumprimentado com olhares tortos daqueles que chegaram mais cedo. Vai no banheiro na hora do break e descobre (quando já está em posição comprometedora, claro) que acabou o papel higiênico. Volta ao trabalho e recebe aquela visitinha inesperada do colega da outra seção que não para de falar de tudo menos do que lhe importa. E lá se vai mais uma hora importante do seu
dia.

O patrão passa exatamente naquela hora, lhe vê batendo papo e acha que você, além de chegar atrasado, está tão ocioso que acha tempo para jogar conversa fora com o coleguinha da outra seção. Daí ele lhe chama e lhe dá uma nova responsabilidade que simplesmente vai arruinar toda sua rotina de trabalho.

O dia se desenrola sem muito mais sorte e você, estressado, finalmente bate o cartão e enfrenta o trânsito de volta para casa. Você já vai pensando em chegar, tomar seu banho, e simplesmente relaxar fazendo absolutamente nada. Afinal, foi um dia de zero produtividade e você pensa em acertar pelo menos numa coisa hoje: recompor as energias para um amanhã melhor.

Aí você abre a porta de casa e é recebido com:
“Por que demorou?”
“Por que não comprou o leite que eu pedi para você comprar?”
“Por que não atendeu quando eu liguei?”
“Quando é que você vai limpar essa casa que está uma bagunça?”
“Você sabe que acabou o açúcar?”
“Você viu a sua conta de telefone?”
“Você não me dá atenção.”
“A gente precisa conversar.”

É claro que isso não acontece somente com você. Seu marido, esposa, filho, pai, mãe, patrão — todos têm seus dias ruins. Quando você perceber que aquela pessoa está tendo um desses dias, que tal fazer o que você gostaria que lhe fizessem?

Dê um desconto. Deixe a outra pessoa desabafar. Se não puder ajudá-la, não atrapalhe. Não piore aquele dia para ela. Lembre-se que ela não é assim sempre. Amanhã ela estará melhor. E muito grata por sua compreensão.

É como nos negócios. É dando um bom desconto que ganhamos um cliente. E é dando um bom desconto que salvamos nossos relacionamentos.

http://www.renatocardoso.com/blog/2014/07/21/dando-um-desconto/

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Na medida certa

Quem namora, já namorou, é casado ou já foi casado sabe como uma atitude inesperada surpreende e agrada o parceiro. Quer seja uma flor fora de época ou um buquê, quer seja uma caixa de chocolates um uma cesta deles, não importa, o que está em questão é a consideração expressa através de um simples gesto, mostrar o quanto ela é importante; tal que alguém parou tudo o que estava fazendo pura e simplesmente para ligar ou comprar um presente.
Em relação à fé muitos começam à pleno vapor. Preocupam-se 100% com sua Salvação e a buscam com todas as suas forças até que a a recebem. Uma vez estando na condição de salvas, nasce dentro delas o desejo de salvar outros que também estão perdidos. Daí envolvem-se com a obra de Deus, o que é algo magnifico, à ponto de viverem em função daquilo, de alimentarem-se daquilo e somente daquilo. Porém aí é que mora o perigo.

Não é de hoje que eu escuto que a obra de Deus é como uma rosa: é linda, porém tem seus espinhos, por isso deve-se tomar muito cuidado. Jesus disse:  "Minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar Sua obra." João 4:34

O próprio Jesus tinha a consciência de que antes de fazer a obra de Deus, ele precisava fazer a vontade dEle, pois isso lhe capacitaria a fazer sua obra.

Hoje muitos tem feito a obra de Deus, o que em nada é ruim, porém têm deixado de lado o mais importante, a vontade de Deus. Investem em evangelismo, em divulgação da Palavra, em manutenção da igreja, porém não investem em sua comunhão com Deus. Deixam de orar, de jejuar e ler a Bíblia para fazer a obra de Deus. Daí somam-se os compromissos do dia a dia mais a obra de Deus, e a pessoa fica sem tempo de cuidar de si, até que começa haver um esfriamento.

O que o começo do artigo tem a ver com o fim? Simples. Quando paramos tudo para dedicar um tempo a Deus estamos nos preocupando em realizar sua vontade, e simultaneamente recebendo capacidade para realizar sua obra.

domingo, 10 de agosto de 2014

Na frequência certa

O profeta Zacarias recebeu uma visão de Deus e buscou no anjo enviado pelo SENHOR o significado da mesma.

"Tornei a falar-lhe e perguntei: O que significam os dois ramos de oliveira  que estão ao lado dos dois tubos de ouro, por meio dos quais é derramado o azeite dourado? E me respondeu dizendo: Não sabes o que é isso? E disse: Estes são os dois ungidos que estão  diante do SENHOR de toda a Terra." Zacarias 4:12 - 14
Dois pontos me chamam atenção nessa passagem: o primeiro é que os ramos são os ungidos de Deus, de modo que por eles desce o azeite dourado, ou seja, a unção do Espírito Santo, o Poder de Deus.

O segundo é que esse mesmo azeite não desce por qualquer ramo, por um ramo de qualquer árvore, não, mas desce pelos ramos da oliveira, que é matéria prima do azeite. O que isso significa? Significa que a unção de Deus só desce sobre alguém ou é transmitida por alguém se esse mesmo tiver a sua natureza.

Se considerarmos a oliveira como a produtora de frutos de oliva, podemos compará-la ao próprio Deus Criador de tudo. Ao nos atermos ao azeite, este é produto do fruto da oliveira, ou seja, saiu da árvore e sua essência está no azeite; assim também o Espírito Santo é a essência de Deus.

Deste modo, só são usados e salvos por Deus todos quantos têm sua essência. 

O azeite poderia descer por ramos de outros tipos de árvores, tais como cedro, acácia e etc, mas desceu pelo das oliveiras, pois tinham a mesma essência. Como um rádio que, quando ajustado na frequência certa, capta a transmissão de uma rádio.

Como estar na frequência de Deus para receber sua unção e seu amor? Pura e simplesmente praticadon sua Palavra.

Deus abençoe. 

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Dentro de cada um de nós

Existem pessoas que acreditam que cegos não enxergam. Porém, muitas vezes existem cegos que enxergam mais que os sãos.

Ninguém que olha um vale estando dentro dele pode saber seu tamanho, mas é completamente diferente a visão de quem está sobre ele.

Tudo parte do ponto de vista, contudo não basta mudar o ponto de vista por si só, não. Devemos nos mudar juntamente com ele.

Deus é um Deus de grandezas, se não pensarmos grande e não agirmos como grandes, nunca seremos grandes.

Se em nossas vidas acontecem coisas pequenas, é porque estamos agindo e pensando pequeno. Tudo é reflexo de como somos por dentro. Na batalha de Davi contra Golias, Davi era o gigante, e não Golias, pois o Espírito que estava em Davi era de Gigante, aliás, era Todo Poderoso.

A grandeza de cada um está dentro de si próprio, cabe a cada um exteriorizá-la.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Aprender a aprender

O tempo passa tão de pressa, não é mesmo? Um dia eu, assim como muitos, cheguei à Igreja destruído e Jesus me libertou, me curou e me salvou. Assim aconteceu e acontece com muitos.

Aprendemos a orar, a jejuar, a ler a Bíblia, enfim, aprendemos como servir a Deus. Daí em diante avançamos mais e mais. Contudo uma  coisa não pode deixar de acontecer: nós sempre devemos aprender a aprender, pois isso denota humildade e dos humildes é o Reino de Deus.
Quem sabe aprender sabe ensinar.

domingo, 27 de julho de 2014

Ainda sobre Rute

No artigo anterior tratamos de Rute. Uma mulher desapegada que por um ato de coragem e fé teve sua vida transformada.

Porém o que mais me chama atenção é o fato de que ela considerou a vontade de seu marido. Apesar de isso não estar na Bíblia, qual filho gostaria que sua mãe ficasse sozinha? Se Rute ficou com Noemi foi por amor; amor à Noemi; amor à seu falecido marido.

O que isso tem a ver com você, comigo, conosco?

Se partirmos do princípio que o Senhor Jesus é o Noivo que virá para buscar sua Igreja, nós O podemos considerar como o futuro Marido.

No mais, assim como Rute considerou o desejo de seu marido, se desapegou de tudo, tomou uma atitude de fé sacrificial e teve sua vida transformada, nós também, se considerarmos o desejo do Noivo e futuro Marido, o Senhor Jesus, teremos nossas vidas transformadas e a Salvação garantida, pois o fato de considerar a vontade de Deus e realizá-la, tal como fez Rute, nos leva ao caminho da eternidade.


quinta-feira, 24 de julho de 2014

O bem que eu quero para mim...

Pouco se fala de Rute. Rute perdeu seu sogro, seu marido e seus cunhados, não tinha filhos e fugira da fome que afligia a terra em que morava.

Depois das perdas, ficaram somente Rute, Noemi, sua sogra e Orfa, as três viúvas. Sem ter nada para oferecer, Noemi dispensara suas duas noras, afim de que salvassem, ao menos, suas próprias vidas, isso porque havia fome na terra em que estavam.

Orfa foi embora, mas Rute recusou-se a voltar para casa, tanto que disse:

"Não me insistes para que te deixes e me afaste de ti; porque, aonde quer que tu fores, irei eu e, onde quer que pousares a noite, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus." Rute 1:16

Tudo isso sem nenhum interesse, pois Noemi não tinha mais filhos para suscitar descendência de seu falecido marido, nem nenhuma condição de sustentá-la. Em suma, nada tinha a lhe oferecer. Mesmo assim decidiu ficar ao lado de sua sogra.

O tempo passou e elas foram para a terra de Belém e ali Rute dispôs-se a trabalhar para manter a si e sua sogra. A partir dali, Deus criou uma situação e elas foram abençoadas e tiveram suas vidas transformadas.

Tudo isso porque ela fez sem esperar nada em troca.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

A escolha

Em tempos difíceis como os de hoje, tem sido muito difícil manter a santidade, pois parece que o mundo inteiro conspira para nos encher do que é profano. Não obstante, nem mesmo o básico tem sido mantido por alguns: o caráter.

A santidade e o caráter são duas coisas que andam incessantemente juntas, afinal uma depende da outra. Eu lia sobre os filhos de Eli. Diz a Bíblia que Hofni e Fineias estavam com seu pai Eli, sumo sacerdote, trabalhando como sacerdotes; ou seja, não se tratava de uma condição, mas sim de um estado
(I Samuel 1:3).

Mais para frente a Bíblia nos mostra que ambos, apesar de estarem como sacerdotes, tinham um caráter completamente contrário ao que se exigia para exercer uma função como aquela, que requeria caráter e santidade (I Samuel 1:12-22)

"Mas Eli era mui velho; e ouvia tudo o que seus filhos faziam com todo Israel, e como dormiam com as mulheres que velavam à porta do tabernáculo da reunião." I Samuel 1:22

Se observarmos essa situação podemos perceber o desvio de caráter e a falta de santidade e temor dos filhos de Eli, pois eles não consideraram nem a seu pai, nem ao povo, nem a Deus ao agir desta maneira. Porém o que me despertou atenção foi o que diz respeito às mulheres. Ora, se nelas houvessem um mínimo de caráter ou santidade elas jamais teriam se deitado com os sacerdotes de maneira descompromissada. Antes teriam se guardado para seus maridos. 

Certo que Hofni e Fineias eram dois sem caráter, mas elas além de terem pecado e perdido suas próprias salvações, colaboraram para que um pecado mais grave ainda acontecesse, um pecado que não afetaria só a eles, mas a todo o povo.

Uns nascem para ser instrumento de honra, outros de desonra, no entanto cabe a cada um de nós escolher. Elas escolheram ser de desonra, assim como eles. E nós o que escolhemos?

Dos doze discípulos Judas foi o único que escolheu trair Jesus; de todos os soldados do exército de Saul, Davi foi o único que decidiu enfrentar o gigante. A escolha foi deles; a escolha é nossa.

sábado, 19 de julho de 2014

Nasce a novilha vermelha nos EUA

Nasce a novilha vermelha nos EUA

Há cerca de 2 mil anos tem sido aguardada pelos judeus a notícia que foi recentemente divulgada: nasce a novilha vermelha para o ritual da purificação.


Talvez para você o assunto seja um pouco estranho, mas até para os judeus o seu real significado é de difícil compreensão, tamanha sua profundidade.

Depois que o pecado contaminou o homem, por causa da desobediência, vieram graves consequências. Como preço desta conta, surgiu a morte, denominada como o “salário do pecado”. Ela tornou-se a representante máxima do pecado. Todas as vezes que uma pessoa morria, estava ali a força da sentença, e toda pessoa que se aproximasse ou tocasse em um cadáver se tornava impura.

E como purificar alguém contaminado? – perguntou Moisés.

Deus respondeu a ele apresentando um estatuto que proporcionaria um meio para livrar o homem dessa impureza e o faria ter o privilégio de uma comunhão com Ele.

O Altíssimo declarou como preceito da Lei, em Números 19, que Eleazar, o sacerdote, deveria tomar uma novilha vermelha – perfeita em sua vermelhidão e sem defeito físico. A exigência quanto à perfeição da novilha era tão grande que até os seus cascos eram avaliados. Além disso, seus lombos nunca poderiam ter carregado jugo. Sua idade normalmente variava entre três e quatro anos e deveria ser adquirida com o valor retirado das ofertas do Templo para representar todo o povo de Israel.

Esse ritual só deveria ser feito fora dos muros do acampamento. Depois da construção do Templo, o Monte das Oliveiras foi o local escolhido. Havia até um acesso especial da porta oriental do Monte do Templo para ele. Esse acesso era usado no dia da Expiação, com a ida do bode expiatório para o deserto, e no ritual da purificação.

Chegando ao local, a novilha era abatida aos olhos do sacerdote. E com um pouco de sangue colhido em sua mão esquerda, ele molhava o indicador direito para fazer sete vezes a aspersão em direção ao Templo.

Não havia altar, apenas lenhas para queimar a novilha. Junto ao animal em chamas, acrescentava-se um galho de cedro, um galho de hissopo e um chumaço de lã carmesim. Tudo era queimado até se transformar totalmente em cinzas.

Depois, essas cinzas eram guardadas por um homem puro, para, em seguida, serem misturadas à água de nascente. Após esse processo estava pronta a água purificadora.

Essa mistura era dividida em três partes iguais. A primeira seria para o pátio do Templo. A segunda, para todos os que desenvolviam trabalhos sagrados; e a terceira era colocada no Monte das Oliveiras, para purificação de todos os judeus.

Segundo estudiosos, desde a antiguidade até os dias de hoje esse ritual foi realizado apenas nove vezes, devido à raridade de se encontrar o animal.

Consta em um comentário à Mishná (código de Leis judaicas, também conhecida como Torah Oral), de Maimônides, que a décima novilha será preparada pelo Messias. Por isso, o aparecimento desta novilha é vista pelo Judaísmo como um grande sinal profético. Vale ressaltar que esse animal passará por avaliação nos próximos meses para ver se nenhum fio de seu pelo mudará de cor.

Para nós, cristãos, o Senhor Jesus, nosso Messias, veio e cumpriu toda a Lei, inclusive o ritual da novilha vermelha.

A Sua agonia também começou no Monte das Oliveiras (Mateus 26.30), assim como Sua morte e sepultamento, que ocorreram fora da cidade (Hebreus 13.12).

Ele nunca teve um peso de culpa ou transgressão em Seus ombros. Desde a mais tenra idade até Seu último suspiro na Terra viveu para obedecer ao Pai.

A cor vermelha esteve em Seu sacrifício, em Seu manto e em Seu Sangue, que cobriu todo o corpo, desde o alto da cabeça, cravado pela coroa de espinhos, aos Seus pés, transpassados pelos pregos – Sua pele não se via, senão Suas feridas.

Foi moído pela rebeldia humana e Se fez o mais impuro dos homens, juntando sobre Si incontáveis iniquidades.

Da mesma forma que a novilha deveria ser abatida aos olhos de Eleazar, e este molharia suas mãos no sangue, assim Caifás, o sumo sacerdote, foi o responsável e o supervisor direto na morte do Senhor Jesus.

O Messias também foi como o cedro, a mais alta, mais nobre e mais duradoura de todas as árvores. No entanto, foi também como o hissopo, o menor, o mais simples e purificador dos arbustos.
Depois de Sua morte, Seu corpo foi carregado por um homem puro, pela sua sinceridade: José de Arimateia, e guardado em um sepulcro novo (João 19.41).

E por meio do sacrifício perfeito do Senhor Jesus, há purificação e redenção completa para a alma. As cinzas deram lugar ao Sangue mais precioso e poderoso, capaz de apagar pecados, mediante o arrependimento sincero.

"Portanto, se o sangue de bodes e de touros e a cinza de uma novilha, aspergidos sobre os contaminados, os santificam, quanto à purificação da carne, muito mais o Sangue de Cristo, que, pelo Espírito Eterno, a Si mesmo Se ofereceu sem mácula a Deus..." Hebreus 9.13,14

Em toda a história dos sacrifícios judaicos, milhões de animais tiveram seu sangue derramado em altares. Mas nenhum sangue é comparável ao mais sublime feito no altar natural do monte Calvário.

Apesar de ser tão desejada e buscada em todos os rebanhos do mundo, por que não houve, em 2 mil anos, nenhuma novilha vermelha?

Pode ser esse um fato marcante na história de Israel, o relógio de Deus para a segunda vinda do Messias, o Senhor Jesus.

E se está próximo Seu retorno, mais próximo ainda o arrebatamento da Igreja.

Esteja preparado, pois o Noivo, como diz na tradição judaica, vem buscar em casa a Sua amada noiva, a Igreja. E, quanto a isso, não sabemos nem o dia e nem a hora.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Bússola de ouro

Eu já escrevi artigos a esse respeito, mas é sempre bom trazer a memória certas coisas para fixa-las.

A palavra de Deus é um alimento ao nosso espírito, é o que nos fortalece e conforta enquanto estivermos nesse mundo. Daí a importância de lê-la e praticá-la.

É realmente interessante como ela serve de bússola para direcionar todos aqueles que nela creem. Eu, particularmente, fico realmente maravilhado com a forma que ela se renova. É explendido, mesmo sendo as mesmas palavras, os mesmos textos, elas se renovam.

Existem pessoas que tão somente acham-na chata, sem graça e repetitiva, mas por quê? Porque lêem e absorvem apenas a letra, pois não investem numa comunhão com Deus ou não se aplicam em conhecer e absorver o Espírito que há por trás de cada palavra e pontuação.

Ter uma Bíblia, ou lê-la, que seja, não significa muito. Mas quando vivemos o que lemos e buscamos a comunhão com o Epírito Santo, que é quem a interpreta para nós, então esse conhecimento passa a ser válido, pois é vivido.

Aí está a bússola de ouro que nos leva à maior riqueza que podemos ter: a Salvação.

Deus os abençoe.